Casamento na adolescência.


Olá queridas,
Hoje eu trago á vocês um artigo abordando o seguinte assunto.
Casamento na adolescência.
Esse dias até vi em uma novela da globo falando sobre o assunto, creio que alguns de vocês devem ter visto também, ou não.
Gostaria que vocês prestassem um pouquinho de atenção.
Hoje em dia muitos casamentos estão em crise porque as pessoas se casaram muito jovens. Embora profissionais de nível superior da área administrativa muitas vezes estejam esperando os 25 ou 30 anos para se casarem, casamento entre adolescentes ainda é muito comum, principalmente entre aqueles que não planejam cursar uma faculdade ou que não visam a uma carreira em particular.


Uma das razões que leva os adolescentes ao casamento é a pressão extremamente forte exercida pelo impulso sexual nessa fase da vida, em ambos os sexos.

Infelizmente esses jovens não têm uma visão realista das responsabilidades que acompanham o casamento e a paternidade. Estão “apaixonados”, e para eles é tudo o que importa. Podem não ter dinheiro; podem não ter a mínima idéia de como lidar com os problemas que a vida lançará sobre eles; podem não ter tido tempo de se conhecerem – além dos freqüentes “amassos” no banco traseiro do carro ou no sofá. Tudo o que eles sabem é que estão apaixonados e que o amor os manterá juntos.

Sempre que me dirijo a estudantes do 2º grau, tento dar-lhes um melhor entendimento do que significa amar alguém, além de esclarecer-lhes que o casamento não é um mar de rosas ou um exercício sexual.
Digo aos jovens que se imaginem cuidando de seus amados acometidos de um surto de gripe – e completo a cena com a probabilidade de eles terem de limpar o vômito de seus amados, que não conseguirem chegar a tempo ao banheiro. Falo sobre ficar andando de um lado para outro, de madrugada, com um bebê com diarréia ou infecção no ouvido. Tento fazer que percebam que terão de se privar de muitas coisas, se não se prepararem de modo a sustentar financeiramente uma família.

Faço perguntas como: você gosta de ir ao cinema? Está preparado para desistir deste prazer, para poder se casar? Gosta de ir a restaurantes com seus amigos? Está preparado para ficar em casa, em vez de sair, e comer um sanduíche de queijo? Está pronto para começar a gastar com fraldas descartáveis e leite, em vez de CD’s e shows de rock?

Reconheço, ainda assim, que é difícil responder a essas perguntas com realismo quando se está apaixonado.

O que os pais podem fazer, então?

Primeiro, podem recusar-se a ceder aos insistentes pedidos dos filhos adolescentes e pré-adolescentes para começarem a namorar. A melhor maneira de desencorajar namoros muito precoces é nunca encorajá-los. Com freqüência as pessoas perguntam às crianças, em tom de brincadeira: “Você já tem namorado [ou namorada]?” Naturalmente a criança começa a supor que é isso que se espera dela. Se, desde pequena, ela ouve que só deve começar a namorar quando tiver 16 anos (ou qualquer outra idade que os pais escolherem), ele já conhecerá as regras da casa muito antes de entrar na adolescência.

Quando eu era garoto e estava na escola, não podíamos dizer que gostávamos de meninas, mesmo se gostássemos, porque não era hora para isso. Se uma menina apenas o tocasse, você tinha que fazer uma careta, como se tivesse sido contaminado. Era assim que esperavam que reagíssemos como “homens”.

Quanto às meninas, pareciam pensar que os meninos só serviam para levar chutes na canela. Lembro quando estava na quinta série como as meninas passavam o recreio perseguindo os meninos por todo o pátio da escola. Quando apanhavam um, não estavam interessadas em beijos. Podíamos ter certeza de que passaríamos vários dias com a canela dolorida! Era a guerra dos sexos, e minhas canelas mais de uma vez foram as vítimas!

Atualmente, porém, os meninos e as meninas sentem-se pressionados a mostrar interesse pelo sexo oposto, quer estejam realmente interessados, quer não. Desde cedo, são bombardeados com imagens eróticas na mídia – sexo é o que os adultos fazem, e toda criança quer ser um adulto. Nós, adultos, não ajudamos em nada quando perguntamos aos meninos: “E ai, você já tem namorada?”.

Em alguns casos, o interesse sexual torna-se uma questão de identidade. As crianças sentem que precisam provar que são heterossexuais, ou pelo menos provar seu valor social. Em muitas escolas de 2º grau (e em algumas de 1º grau), os adolescentes têm vergonha de admitir que são virgens. Eles sentem dificuldade em suportar a pressão do grupo, mas é absolutamente essencial que os pais sempre digam aos filhos que o que os outros pensam a respeito deles não é importante. O que importa de fato é serem sinceros consigo e se comportarem de uma forma que eles sabem ser correta.

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